A INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2

  • Thaís Cristina Sodré Silva Faculdade Metropolitana São Carlos
  • Verena Pamponet Magalhães Faculdade Metropolitana São Carlos
  • Vinicius de Deus Lemos Faculdade Metropolitana São Carlos
  • Ruyter Barroso Alves Filho Faculdade Metropolitana São Carlos
  • Viviane Virginia Araújo de Oliveira Faculdade Metropolitana São Carlos
  • Sabrina Jorge Rodrigues Faculdade Metropolitana São Carlos
Palavras-chave: diabetes mellitus 2, exercício físico, glicemia

Resumo

A velocidade e extensão da urbanização são marcos do século XX. Tal processo implicou em transformações tanto no estilo de vida, quanto nos hábitos alimentares da população. Com isso, os níveis de exercícios físicos foram reduzidos expressivamente. A Diabetes Mellitus (DM) é uma das doenças crônicas mais prevalentes em adultos no mundo, possuindo projeção de aumento até 2030. Segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF, em inglês) supõe-se que um a cada 11 adultos entre 20 e 79 anos possuem DM tipo 2. Estudos sugerem que a falta de atividade física (AF) está envolvida em várias etapas da progressão do metabolismo normal da glicose para DM tipo 2. Frente à isso, este trabalho se propõe a investigar os efeitos da atividade física regular na vida dos indivíduos com Diabetes Mellitus tipo 2. Trata-se de uma pesquisa básica, de gênero teórico e de aspecto qualitativo, configurando-se como uma revisão narrativa de literatura. a coleta de artigos, foi realizada à partir de duas bases de dados: Biblioteca Virtual de saúde (BVS) e Google Scholar. Os descritores utilizados para a busca foram: “Diabetes Mellitus tipo 2”; “exercício físico” e “atividade física” usados em diferentes combinações. Estudos com indivíduos de meia-idade mostram um bom controle da glicemia e um baixo risco de desenvolver DM2 quando realizam níveis moderados de AF. Para obter melhor monitorização glicêmica em indivíduos diabéticos é fortemente recomendado participar de AF regular e reduzir a inatividade física por muito tempo. Assim, ao longo deste trabalho notou-se que a AF é capaz de melhorar a captação de glicose nos músculos como também melhorar a função das células beta, sendo, então, fundamental para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 estejam os indivíduos acometidos fazendo ou não o uso de insulina.

Biografia do Autor

Thaís Cristina Sodré Silva, Faculdade Metropolitana São Carlos

discente do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana São Carlos – FAMESC, Bom Jesus do Itabapoana-RJ

Verena Pamponet Magalhães, Faculdade Metropolitana São Carlos

discente do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana São Carlos – FAMESC, Bom Jesus do Itabapoana-RJ,

Vinicius de Deus Lemos, Faculdade Metropolitana São Carlos

discente do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana São Carlos – FAMESC, Bom Jesus do Itabapoana-RJ,

Ruyter Barroso Alves Filho, Faculdade Metropolitana São Carlos

discente do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana São Carlos – FAMESC, Bom Jesus do Itabapoana-RJ,

Viviane Virginia Araújo de Oliveira, Faculdade Metropolitana São Carlos

discente do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana São Carlos – FAMESC, Bom Jesus do Itabapoana-RJ

Sabrina Jorge Rodrigues, Faculdade Metropolitana São Carlos

Cardiologista. Docente do curso de Medicina da Faculdade Metropolitana São Carlos – FAMESC, Bom Jesus do Itabapoana-RJ,

Publicado
2024-08-30
Como Citar
SODRÉ SILVA, T.; PAMPONET MAGALHÃES, V.; LEMOS, V.; ALVES FILHO, R.; OLIVEIRA, V.; RODRIGUES, S. A INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS TIPO 2. Múltiplos Acessos, v. 9, n. 2, p. 121-131, 30 ago. 2024.
Seção
REVISÃO DE LITERATURA