OBESIDADE INFANTIL DECORRENTE DA MÁ-ALIMENTAÇÃO: UMA ANÁLISE À LUZ DA REVISÃO DE LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.51721/c7149e96Palavras-chave:
Obesidade Infantil, Doenças Cardiovasculares, IMC, Hábitos AlimentaresResumo
A obesidade se caracteriza mundialmente como uma das principais doenças crônicas não transmissível que afeta a população, sendo um problema de saúde pública que afeta tanto países desenvolvidos quanto países em desenvolvimento. No Brasil, o índice de crianças e adolescentes acima do peso vêm crescendo proporcionalmente ao avanço das tecnologias e de um maior acesso a redes de fast-foods e comidas industrializadas, onde crianças e jovens se tornam cada vez mais sedentários e reféns desses alimentos nada saudáveis. Nesse sentido este artigo explora a questão que versa sobre a obesidade infantil decorrente da má alimentação, e suas consequências, que podem levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares precoces, diabetes do tipo 2, hipertensão arterial, problemas de pele e ossos, dentre outras consequências. Para tanto, a determinação do diagnóstico da
obesidade se faz a partir da avaliação da quantidade de gordura corporal desse indivíduo e através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), levando em consideração o peso (em quilogramas) e a altura (em metros) do paciente. Embora o desequilíbrio entre a ingestão calórica e a atividade física seja a principal causa da obesidade na infância e na adolescência, os fatores ambientais são exclusivamente importantes para o desenvolvimento da obesidade em crianças e adolescentes. Além de fatores genéticos e
biológicos, Fatores socioambientais, incluindo família, escola, comunidade e políticas nacionais, podem desempenhar um papel crucial. A complexidade dos fatores de risco para o desenvolvimento da obesidade em crianças e adolescentes dificulta o tratamento dessa população. Muitos estudos de intervenção para obesidade na infância e adolescência têm se mostrado ineficazes. Portanto, a identificação e prevenção precoces são a chave para controlar a epidemia global de obesidade. Dado que a proporção de crianças e adolescentes com excesso de peso é muito maior do que a obesidade, uma estratégia eficaz de prevenção é focar nos jovens com excesso de peso, que apresentam alto risco de desenvolver obesidade.
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