A PRÁTICA DA MULTIPROFISSIONALIDADE NO TRATAMENTO DE DOENÇAS CRÔNICAS EM UM MUNICÍPIO DO NOROESTE FLUMINENSE
DOI:
https://doi.org/10.51721/9rkhee98Palavras-chave:
Doenças crônicas, Multiprofissionalidade, Saúde públicaResumo
As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) compreendem várias patologias sem causa definida e com tratamentos complexos. Essas doenças representam uma grave questão de saúde pública, uma vez que são responsáveis por um grande número de óbitos em todo o Brasil. Por serem caracterizadas por apresentar etiologias complexas, o tratamento geralmente envolve o apoio conjunto de inúmeros profissionais, a fim de garantir que o princípio da integralidade do cuidado seja respeitado. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi analisar se a prática multidisciplinar ocorre ao nível da Atenção Primária à Saúde (APS) no município de Bom Jesus do Itabapoana, haja vista a relevância da equipe multidisciplinar na promoção à saúde com ênfase nas DCNTs. Para isso, foi realizado um estudo transversal no qual foi aplicado um questionário de 25 perguntas a 50 usuários da APS, distribuídos em 4 Unidades Básicas de Saúde. Observou-se que a maioria dos participantes afirma reconhecer a importância do apoio multidisciplinar para o tratamento de suas cronicidades, apesar de possuírem dificuldade de acesso a esse tratamento no espaço da Unidade Básica de Saúde. Sendo assim, é importante propor novas estratégias no espaço da APS para melhorar o acesso dos usuários aos serviços multiprofissionais, como investimentos em equipamentos, espaços adequados para consultas e capacitação de profissionais para atender às demandas populacionais, com enfoque em pacientes crônicos.
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