BREVES CONSIDERAÇÕES ACERCA DA URETRITE GONOCÓCICA E NÃO GONOCÓCICA: MANIFESTAÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

Autores/as

  • Adriano de Oliveira Leitão Autor/a
  • Alvarino Silva Oliveira Autor/a
  • Ana Luiza Barcelos Ribeiro Autor/a
  • Ana Cristina Barcelos Oliveira Autor/a
  • Amanda Calais Campos Autor/a
  • André Boechat Seródio Autor/a
  • Antônio Jacomine da Silva Sobral Autor/a
  • Davi Rocha Souza Autor/a
  • Diogo Fernandes Ignácio Autor/a
  • Paulo César Bastos Freire Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.51721/ng9mds30

Palabras clave:

uretrite gonocócica, uretrite não gonocócica, infecção sexualmente transmissível

Resumen

O presente artigo utilizou como método a revisão bibliográfica, de natureza qualitativa, tomando como base artigos selecionados do Google Acadêmico e Scielo, de artigos de 2013-2023. A uretrite é uma inflamação na região da uretra, as uretrites são consideradas inflamação e corrimento uretral, a transmissão ocorre por contato sexual e é ocasionada por infecções sexualmente transmissíveis – IST, são ocasionados principalmente pela Chlamydia trachomatis e a Neisseria gonorrhoeae. A uretrite caracteriza-se, então, em gonocócica ou não gonocócica, tendo em 75% dos casos de uretrite ocasionadas pelas gonocócicas, e 25% provocadas por gonorreia. Os principais sintomas que podem caracterizar a uretrite gonocócica são: coceira; ardência, desconforto ou dor ao urinar; corrimento purulento; aumento do número de micções; corrimento vaginal acompanhado de dores na região pélvica; febre; nos homens pode ocorrer uma sensação de peso na região períneo. O meio de diagnóstico é realizado por meio de rastreamento, ou seja, os meios de diagnósticos utilizados são: a técnica de biologia molecular. Para o tratamento a diretriz
brasileira recomenda a ingestão única com a terapia dupla de ceftriaxona 500 mg, com azitromicina 1g. conclui-se que deve haver um rastreio da IST para diagnóstico efetivo da doença, principalmente em casos assintomáticos, prevenindo futuras complicações. Desse modo, deve-se seguir o fluxograma para que desde a anamnese até o tratamento haja um acompanhamento efetivo para a IST

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Publicado

2024-09-27

Cómo citar

BREVES CONSIDERAÇÕES ACERCA DA URETRITE GONOCÓCICA E NÃO GONOCÓCICA: MANIFESTAÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO. (2024). Multiplos Acessos, 9(3). https://doi.org/10.51721/ng9mds30

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