CONSIDERAÇÕES SOBRE A DEMORA NO DIAGNÓSTICO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) E A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM

  • LUCIMEIA RIBEIRO BRANDÃO GUIMARÃES Faculdade Metropolitana São Carlos
  • VÂNIA MARCIA SILVA DO CARMO Faculdade Metropolitana São Carlos
  • FERNANDA SANTOS CURCIO Faculdade Metropolitana São Carlos
Palavras-chave: AUTISMO, DIAGNÓSTICO, CUIDADOS, ENFERMAGEM

Resumo

O presente estudo objetiva lançar luz sobre algumas consequências relativas à demora no diagnóstico do transtorno espectro autista, e, a partir disso, refletir sobre a atuação do profissional de enfermagem nas práticas de cuidado e orientação. Para tanto, como metodologia utilizada, realizou-se revisão de literatura a partir de obras e pesquisas que discutissem o tema proposto. Compreende-se que o diagnóstico e a intervenção precoces podem melhorar o comportamento, as habilidades e o desenvolvimento da linguagem. A intervenção precoce durante os anos pré-escolares pode, ainda, ajudar na aprendizagem de habilidades sociais, comunicativas, funcionais e comportamentais críticas. Quanto mais cedo ocorre o diagnóstico, mais o tratamento pode maximizar a independência funcional e a qualidade de vida da criança. Neste horizonte, o profissional de enfermagem tem o papel fundamental de orientação junto aos familiares e cuidado ao portador do espectro autista.

Publicado
2019-07-19
Como Citar
GUIMARÃES, L., DO CARMO, V. M., & CURCIO, F. (2019). CONSIDERAÇÕES SOBRE A DEMORA NO DIAGNÓSTICO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) E A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM. Múltiplos Acessos, 4(1), 81-90. Recuperado de http://multiplosacessos.com/multaccess/index.php/multaccess/article/view/103
Seção
Artigos