A RELAÇÃO DA CARDIOPATIA CONGÊNITA EM CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO PORTADORAS DE SÍNDROME DE DOWN (TRISSOMIA 21)

  • LUCAS RAMOS CRIZOSTOMO FAMESC
  • MANILA BASTOS DA SILVA FAMESC
  • TAUÃ LIMA VERDAN RANGEL FAMESC
  • LIVIA MATTOS MARTINS FAMESC
Palavras-chave: TRISSOMIA 21, SÍNDROME DE DOWN, CARDIOPATIA CONGÊNITA, MALFORMAÇÃO CONGÊNITE

Resumo

As malformações cardíacas (cardiopatia) são um conjunto de mudanças que comprometem os grandes vasos e o coração. As cardiopatias congênitas possuem amplo espectro clínico, que compreende defeitos que podem não manifestar sintomas, ou pode ocasionar sintomas específicos importantes que podem levar à altas taxas de mortalidade. O período neonatal para o portador de cardiopatia congênita pode ser crítico por causa da gravidade dos defeitos presentes e devido às modificações fisiológicas do coração que normalmente ocorre na fase neonata. Há uma alta prevalência de cardiopatias com componentes de síndromes, em especial as trissomias. A síndrome de Down foi a mais comum, acometendo principalmente meninas, sendo as malformações mais persistentes: comunicação interatrial (CIA), comunicação interventricular (CIV), persistência do canal arterial (PCA). Objetivo deste trabalho é relacinar a Cardiopatia Congênita (CC) com portadores de SÍndrome de Down (SD). O método utilizado foi o dedutivo, que através de análises e de estudos sistemáticos dos artigos científicos e fontes secundárias deduziu-se a relação da Cardiopatia Congênita e a Síndrome de Down, elaborando a bibliografia deste trabalho. Nesse viés, qual a porcentagem dos portadores de Trissomia 21 (T21) terem Cardiopatia Cogênita? Sendo assim, concluiu-se que a mortalidade está associada as anomalias congênitas gerando um alerta acerca das pesquisas abrangentes para conhecimentos dos fatores de risco e a implementação do uso de exames de cariótipos além da melhoria da triagem no pré-natal para cardiopatia congênita.

Publicado
2020-12-11
Como Citar
CRIZOSTOMO, L.; DA SILVA, M.; RANGEL, T.; MARTINS, L. A RELAÇÃO DA CARDIOPATIA CONGÊNITA EM CRIANÇAS DE 0 A 1 ANO PORTADORAS DE SÍNDROME DE DOWN (TRISSOMIA 21). Múltiplos Acessos, v. 4, n. 2, p. 187-203, 11 dez. 2020.
Seção
Artigos

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